| Mr. Sofista's profile"Disse que dançaria comi...PhotosBlogLists | Help |
|
"Disse que dançaria comigo se eu lhe levasse rosas vermelhas""Mas em todo jardim não há uma única rosa vermelha"" Palavras ao ventos!!Nós...os símbolos da decadência os filhos de um Deus que precisa de adoradores inuteis para louvá-lo e adora-lo!!!
Repetição que és tu a minha sina que nunca é a mesma....somos apenas a repetição de nossos antepassados que nós teimamos em errar.
Fazer com que o sol brilhe em suas mais torridas manifestações libidinosas e transformar o mundo num impulso de uma pulsão que nos move sempre para fora de nós mesmos e nos fazem descobrir que é fora de nós que nos encontramos....
Paradoxalmente vivemos. Em lugar nenhumNada!!! Explicações e convites!!!Aqui novamente...os tempos mudam, mas os problemas são basicamente os mesmos...nada como uma boa angútia de frustação amorosa para alegrar o dia.
É maravilhoso saber que se é amado, mas é melhor ainda saber que não é amado...a sensação parece ser mais real (apesar de que a ilusão que criamos em cima de expectativas da pessoa que ama numa busca por uma felicidade idealizada).
Nós só percebemos e entendemos o que queremos...ou seja, o sonho da razão pura é tão idealista quanto nossa busca pelos melhores signos possíveis para que tenhamos uma vida feliz.
Nunca paramos para pensar que felicidade é esta que tanto almejamos. Aliás ela deve ser pensada?Racionalizada e posta em padrões quadrados ao alcançe de qualquer um que puder pagar (sim! Se fizésemos isto colocaríamos valor de mercado nisso...)???
Fora estas considerações...nada de novo no front...
Mr.
ATENÇÃO
P.S.:Aviso aos navegantes: Apresentação de um trabalho meu no II seminário de graduação no IPHIX (Lrg do São Francisco S/Nº) Dia 29 de setembro as 14:00hs 3ºAndar, sala Celso Lemos, Rio de Janeiro, RJ.
Título do Trabalho: O Sujeito desesperado: A relação do eu Kierkekaardiano consigo mesmo.
Qualquer dúvida entrem em contato.
Abrçs.
causa efeito 01E eis que me desespero.
Caio num poço profundo de indiferença incontida e calcada na lucidez de um anjo mórbido. Faço rimas no escuro tentando encontrar um ponto arquimédico que me dê uma alavanca para obscurecer o mundo e traze-lo para min. Não há fato. Apenas interpretações de uma mesma Uma mesma roda que gira em torno de um eixo Que quebra e faz com que meu tesão seja de uma volúpia libidinosa A libido que conduz as ações humanas e faz de min um escravo de minhas próprias ilusões e anseios Fazendo um passeio que minhas palavras (ingratas e inconseqüentes) Pulam como livres miquinhos contraceptivos Que caem numa espiral de milhões de estrelas No espaço sideral de minha privada. Solidão...eu te amo!!!O que é estar sozinho nos tempos de hoje? Estar sozinho é isolar-se do mundo? Sim. Mas não é esta solidão que eu quero me referir. Neste momento estou numa solidão asistida, ou seja, estou conectado a milhões de pessoas, mas estou tão só quanto meu amigo "Wilson". Quando ando pelas ruas da cidade cercado de pessoas a minha volta é que me sinto mais só. Vitrines, lojas, madames, carros, fome, miséria, sorriso de criança...em meio ao caos da cidade ando só. Um caos ordenado que me reduz a mero espctador e algumas vezes a um produtor do espetáculo. Por mais que eu tente continuo sozinho e sei que sta situação não mudará, pois mesmo que esteje cercado por meus mais queridos amigos ainda falta aquilo que nunca terei. Oh Solodão a ti entrego meus mais sinceros votos de que jamais fique só e jamais conheça a dor de ser você mesma. Nua. Sem remorços. Sozinho eu escrevo meu desepero. E sozinho eu não compreendo minha angústia. Mr. |
||||||||||||||||||||||
|
|